Não importa o que fizeram de nós, mas o que fazemos com o que fizeram de nós” (Sartre)

Terapia on-line especializada para adultos, com conforto e privacidade

18 anos de experiência guiando pessoas em seus desafios

  • + de 18 anos de experiência clínica
  • + de 14 mil atendimentos
  • Formação em Psicologia – UNESP (2006)
  • Especialista em Psicologia Clínica – Terapia Comportamental – ITCR – (2011).

Veja os depoimentos dos meus clientes e entenda porque meu trabalho é sobre transformar vidas. Clique em saiba mais para me conhecer melhor.

O primeiro passo é entender você e as dificuldades que estão te trazendo sofrimento no momento. Uma analise certa é imprescindível para um plano de tratamento efetivo. Eu faço questão de te explicar tudo sobre isso para que você participe ativamente do processo terapêutico e para que os resultados da terapia sejam duradouros e efetivos.

Você aprenderá a analisar os próprios comportamentos e os das outras pessoas, o que proporciona mais efetividade nas escolhas e na influência que seus comportamentos têm na vida das outras pessoas, aumentando as chances de alcançar os seus objetivos. Esse processo auxilia no enfrentamento das dificuldades e no desenvolvimento de habilidades sociais e comportamentais, o que possibilita um viver mais pleno.

Depoimentos

Psicologia não foi uma resposta fácil para a minha busca profissional. Apesar de duas pessoas terem me sugerido esse caminho, eu relutei. Não tive pessoalmente boas experiências com terapia. E me recusava a ficar “sentada ouvindo as pessoas”. Minha jornada até a psicologia foi uma busca pelo que realmente me completava. Depois de uma tentativa em arquitetura, uma temporada de autoconhecimento na Inglaterra e diversas reflexões, descobri que minha verdadeira paixão eram as pessoas, portanto, a psicologia. Desde o primeiro semestre da faculdade, a minha abordagem é a análise do comportamento. E desde então, tudo passou a fazer sentido para mim. Descobri que psicologia não precisava ser apenas sobre “ouvir as pessoas”, mas poderia ser também sobre entender as pessoas e ajudá-las nas dificuldades delas. E isso me encantou. Adoro acompanhá-las nesse processo e observar o desenvolvimento de uma vida melhor, que elas me permitem ajudar a proporcionar.

Vivo uma psicologia diferente das que eu conhecia. E sou muito realizada no meu trabalho.

Tenho uma vasta experiência com psicologia clínica. Já atendi desde crianças, casais, estudantes, profissionais liberais a gestores e executivos. Hoje, foco em atendimentos online para adultos e muitos novos clientes chegam até mim por recomendação de outros clientes, em busca da minha abordagem direta e assertiva.

18 anos de experiência ajudando a transformar vidas

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A terapia on-line é autorizada pelo CFP (Conselho Federal de Psicologia). Diversos estudos comprovaram a sua eficácia. Embora tenha se popularizado na pandemia, já era uma prática utilizada por mim há anos porque eu já atendia brasileiros que moravam em outros países. Antes era necessário seguir regras rigorosas do conselho de psicologia para que você tivesse um cadastro no E-psi e pudesse fazer este tipo de atendimento. Eu tinha esse cadastro. Agora isso não é mais necessário.

A popularização da modalidade possibilitou que meu trabalho chegasse a mais cidades, estados e países, muito além de Campinas, minha cidade natal. Possibilitou que meus clientes se mantivessem no processo terapêutico mesmo quando se mudaram de cidade, por exemplo. Mesmo os que moram em Campinas, se encantaram com a economia de tempo de deslocamento, a praticidade e a acessibilidade dessa modalidade de atendimento. Eu perguntei para eles o que eles preferiam e todos escolheram manter os atendimentos on-line após a pandemia. Portanto, decidi não ter mais um consultório físico.

Hoje, qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo pode ter acesso à terapia comigo e usufruir da economia de tempo e praticidade desta modalidade de atendimento.

Essa foi uma experiência muito interessante. Eu fui convidada pelo Norberdo Carlos Weinlich, o organizador do livro, para participar nesse projeto, que era um sonho dele. Ele me conheceu durante uma das palestras que eu dei sobre relacionamento amoroso no GEA (Grupo de estudos sobre o amor), em Campinas.

O capítulo se chama “A ética no relacionamento amoroso”. O livro tem capítulos escritos por 48 autores diferentes, de diferentes áreas e convicções sobre a ética, cada qual na sua área de atuação. È uma proposta bem diferente e fiquei muito feliz de ter tido a oportunidade de participar.

(CONTENT, M. M. M. A ética no relacionamento amoroso. In: WEINLICH, N. C. & DONADON, A. M. C. P. (Org.) Reflexões para o Despertar da Consciência Ética. São Paulo: Distribuidora Loyola, 2010. p. 225-229).


 É muito interessante. Estava pensando no que mais tinha escrito e lembrei que a primeira vez na minha vida eu publiquei algo foi nesse livro.

Era um livro da escola que eu estudava (Anglo – Campinas) e duas melhores poesias de cada sala ganhavam essa oportunidade, terem a sua poesia vencedora publicada no livro da escola, com festa de lançamento e tudo mais.

Acho que para mim foi bem importante a escola ter me estimulado a escrever mais.
 

Mágoas nos relacionamentos

Quando nos relacionarmos com alguém, às vezes ficamos tristes com seus comportamentos e não sabemos como agir. Várias são as possibilidades. Cada um, ao longo da vida, aprende como reagir nesses momentos. Essas respostas, normalmente, podem ser divididas em comportamentos passivos, agressivos ou assertivos. Muitas pessoas não reagem. Por vezes, não falam o que estão sentindo e não brigam com quem as magoou. Esses comportamentos são chamados de passivos. Pessoas têm esses comportamentos, por exemplo, por terem medo de machucar o outro, por medo de falar algo que não será aprovado e, especialmente, com medo de prejudicar o relacionamento. Mas, quando se calam, a mágoa permanece, a pessoa machucada começa a agir de maneira diferente e a outra tende a repetir o comportamento que gerou o problema. Isso pode desgastar o relacionamento.

Outros aprenderam que devem reagir agressivamente. Nessas situações, normalmente, falam alto, gritam e dizem coisas que sabem que irão machucar aqueles que os magoaram. Alguns batem, espancam, expulsam. Quem reage com comportamentos agressivos se sente aliviado porque falou ou fez o que queria. Mas, por ter tido um comportamento agressivo, na maioria das vezes, perde a razão. A queixa pode não ficar registrada e a situação voltar a acontecer, além de ocorrer o desgaste da relação. Mesmo que o outro mude, provavelmente será por medo e não por ter concordado.

Se não falar é ruim e falar agressivamente também é, o que fazer?

Expressar nossos sentimentos, falando o que nos magoou, por exemplo, é necessário para a continuidade de um bom relacionamento. Quando falamos, damos ao outro a possibilidade de mudar na direção que gostaríamos. Aumenta a possibilidade de ele pedir desculpas e não voltar a ter o mesmo comportamento que nos magoou. Tomar cuidado com o como fazer isso é o diferencial. A solução está em ter comportamentos assertivos: ser sincero e cuidadoso com a relação ao mesmo tempo. Sinalizar qual o comportamento que magoou ao invés de falar mal da pessoa é um exemplo. É importante falar porque aquilo magoou e como nos fez sentir. Além disso, pedir para que a pessoa não repita o comportamento, ajuda. É interessante também sugerir outro comportamento no lugar do que a pessoa fez, dizer o que gostaria que ela tivesse feito.

Para ser considerado assertivo, o comportamento deve ser compreendido dentro da cultura, considerando as pessoas, o local e a situação. Podemos aprender a ter comportamentos assertivos em qualquer momento da vida. Não existe regra. Existe a preocupação consigo mesmo, com o outro e com a relação.

Publicado pelo Jornal Ideal na coluna Perspectiva, em Julho de 2008.
 

Cuidado com estranhos

Uma orientação que é sempre dada pelos pais é: cuidado com estranhos, não aceitem nada deles e nem abram a porta para eles. Entretanto, a grande maioria das pessoas que abusa sexualmente de uma criança ou adolescente é conhecida da vítima, alguém de quem a criança gosta e em quem confia e que quase sempre a convence por meio de persuasão, recompensas ou ameaças. Pode ser um vizinho, padrasto, professor, pai, tio ou amigo da família, por exemplo.

Normalmente, quem foi abusado apresenta mudanças de comportamento, como agressividade ou timidez repentina. A criança pode também reclamar de dores nas genitais, ter enurese noturna (urinar na cama), dizer que não quer ficar sozinha ou sair com uma pessoa especifica, ter medo das pessoas do sexo oposto, imitar ou falar sobre comportamentos sexuais de adulto (que pode acontecer também por ter visto alguma cena dos pais ou em filmes, já que ela não tem esse conhecimento).

As consequências para a pessoa que foi abusada são enormes. A criança ou o adolescente não é uma pessoa formada e isso vai afetá-la para o resto da vida. Ela geralmente se sentirá culpada pelo abuso. Dependendo da idade da criança e da violência, pode destruir seus órgãos internos e ela nunca poder engravidar. Pode ficar depressiva e provavelmente terá problemas para confiar nas pessoas e de relacionamento afetivo/sexual. Pode também se tornar uma pessoa agressiva, inclusive, um abusador.

A melhor forma de proteger a criança é abrir um canal de comunicação com ela. É importante falar que no corpo dela, principalmente nas genitais, ela é a única pessoa que pode tocar e apenas quando for adulta poderá decidir quem mais vai fazer isso. Dizer também que ela pode te contar tudo, qualquer coisa e, principalmente, o que falarem para ela não contar a ninguém, o que for “um segredinho”. Para que isso aconteça, é preciso mostrar (não apenas com palavras) que ela pode confiar em você, ter sempre conversas com a criança e, caso ela conte algo, acreditar nela e tomar alguma providência, porque a criança, na grande maioria das vezes está falando a verdade. Mesmo que pareça impossível, investigue! 

Publicado pelo jornal Gazeta do Ouro Verde na coluna Psicologia do dia-a-dia em maio de 2008
 
 

Relacionamento entre pais e filhos

Ano novo, vida nova. Esses são os votos e desejos de muitos nesse começo. Entretanto, muitas vezes é difícil modificar relações que já estão desgastadas.

Passamos grande parte da nossa vida ouvindo o que os nossos pais falam ou falaram, ainda que seja apenas uma repetição que nos persegue mesmo depois que eles já se foram. É isso mesmo, pais: Estejam atentos àquilo que falam ou fazem com os filhos!

Alguns pais reclamam do comportamento de seus filhos. Pedem para que eles mudem, mas não sabem que podem fazer parte dessa mudança. Facilita muito prestar atenção, dizer que repararam e/ou elogiar as atitudes dos filhos que os pais consideram adequadas. Essas atitudes fazem com que aumente a possibilidade do filho voltar a fazer aquilo que os agradou. Com isso é possível que diminuam os comportamentos que os pais não gostam, já que não dá para o filho fazer duas coisas ao mesmo tempo.

Os filhos muitas vezes consideram também inadequados alguns comportamentos dos pais. Mas estes estão agindo assim porque acham que é o melhor para todos. A relação entre o comportamento dos pais e dos filhos é clara, mas isso não os torna anjos nem carrascos. Os pais erram como todos os outros seres humanos, mas sempre querendo acertar.

Publicado pelo jornal Gazeta do Ouro Verde na coluna Psicologia do dia-a-dia em Fevereiro de 2008

O que podemos fazer?

Acorrentada, dentes quebrados a marteladas, o corpo queimado a ferro quente, dedos esmagados em dobradiças de portas e quebrados, quase todas as unhas arrancadas, forçada a ingerir fezes de animais, boca tampada por gaze embebida por pimenta, língua apertada com alicate. Essa é a descrição de uma menina de doze anos. Uma menina que deveria ter saúde, educação, respeito, dignidade, proteção integral, e muito mais. Tudo garantido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Não quero aqui falar sobre o crime, a mãe biológica ou sobre a mãe adotiva e seus familiares. Quero chamar a atenção para uma pessoa que não apareceu muito, mas que tem um grande papel nessa história: a que fez a denúncia.

Foi essa pessoa que interrompeu aquele sofrimento, impossibilitando a continuidade das torturas e do cárcere. Até o momento em que escrevo esse artigo, ninguém sabe seu nome. Com um telefonema essa pessoa salvou aquela criança. Eu convido a todos para fazerem pelo outro o que essa pessoa fez. Não é para investigar, isso é função da polícia. Podemos informar sobre qualquer crime que tivermos conhecimento ou suspeita.

Em Campinas o telefone do DISQUE-DENÚNCIA é 3236-3040. O sigilo é absoluto e o anonimato garantido, a ligação não é gravada e nem o telefone rastreado. Um atendente treinado recebe a ligação. Todas essas informações podem ser encontradas no site: http://www.disquedenunciacampinas.com.br/Index.htm

Publicado pelo jornal Gazeta do Ouro Verde na coluna Psicologia do dia-a-dia em  abril de 2008
 

O que Papai Noel deve comprar de presente?

O presente de Natal é algo que muitas crianças esperam o ano todo. Ao ganhá-lo elas se sentem lembradas, amadas. A escolha do presente deve levar em conta principalmente o gosto da criança. O preço também deve ser considerado. Se o Papai Noel não tem dinheiro para comprar exatamente o que a criança tanto quer pode descobrir algo que também a agrade e que seja acessível. É importante que ele faça as contas para não se endividar, mesmo que decida dividir o valor.

Ao longo do ano os pais podem passar por essa mesma situação. É importante que eles expliquem para o (a) filho (a) quando não podem dar um presente que lhes foi pedido o porquê disso, se é por falta de dinheiro ou por não o considerarem adequado, por exemplo. Ás vezes os pais falam não e depois que o (a) filho (a) insiste acabam cedendo. Nós não nos comunicamos apenas com palavras, mas principalmente com ações. Cedendo à insistência do (a) filho (a), ele (a) entenderá que, insistindo, ganhará o que quer e provavelmente insistirá sempre e cada vez mais. Se os pais podem dar e vão acabar dando é melhor que concordem logo com o que lhes for pedido e só neguem o que realmente não darão.

Quando não falta dinheiro é importante saber se o que foi pedido é compatível com a idade da criança e se possui selos dos Organismos de Certificação Credenciados para Brinquedos que são o Instituto Falcão Bauer da Qualidade (IFBQ), Instituto da Qualidade do Brinquedo e de Artigos Infantis (IQB) e o Instituto Brasileiro de Certificação (IBC). É imprescindível sempre pensar na segurança da criança. Essa é uma época para presentes diferenciados, mas durante o ano os pais precisam ponderar sobre os presentes porque a criança deve perceber que existem limites e não pode ter tudo que quiser, mesmo que os pais tenham dinheiro.

Na nossa sociedade capitalista o dinheiro é cada vez mais importante. O quanto algo custa é muitas vezes o único valor considerado. Contudo, é importante pensar nos valores que se quer passar para a criança, o que é importante para essa família.

A criança às vezes não diz o que quer ganhar. Então o Papai Noel e os pais precisam observá-la para conhecerem seus gostos e necessidades. Para isso o tempo que passam juntos é fundamental.

O Natal também é um momento de olhar para o outro, fazer algo por um familiar, amigo ou por quem não conhecemos. Doar carinho, alimentos, roupas, brinquedos novos ou que não se usa mais é um presente para quem recebe e quem dá.

Publicado pelo jornal Gazeta do Ouro Verde na coluna Psicologia do dia-a-dia em Dezembro de 2007
 

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